quarta-feira, 29 de julho de 2015

Máster Internacional em Comunicação e Educação Audiovisual

A Universidade de Huelva, na Espanha, responsável pela revista Comunicar, acaba de abrir as pré-inscrições para a 6ªedição de seu Master em Comunicação e Educação Audiovisual <master@grupocomunicar.com>. O curso se encontra na sexta edição e as inscrições estão abertas no período de 1º de julho a 25 de agosto de 2015.

O curso destina-se a educomunicadores, profesionales de comunicación e de la educação, assim como a profissionais interessados pelos meios de comunicação no contexto da sociedade do conhecimento. 

Veja os detalhes no folder de divulgação:

terça-feira, 21 de julho de 2015

TV cede lugar ao tablet, aponta pesquisa

Em seu site, a Revistapontocom, associada à ABPEducom, destacou que o tablet já substituiu a TV, ao menos  nos Estados Unidos. Confira o texto completo:

Foto: Kevin Colvin/Flickr/CC
Estudo realizado no primeiro semestre deste ano nos Estados Unidos pelo instituto Miner & Co. Studio identificou que os aparelhos de televisão não são mais os preferidos entre o público infantil que já possue acesso à tablets e smartphones. Segundo a pesquisa, cerca de 57% dos pais entrevistados afirmam que seus filhos preferem assistir a vídeos e jogar em dispositivos móveis em vez de acompanhar desenhos ou algo de seu gosto na TV.

Os ‘novos’ aparelhos móveis são tão importantes para as crianças que mais da metade dos 800 pais entrevistados contaram que retiram o aparelho após alguma ação indevida. Ou seja, proíbem o uso caso a criança não se comporte. 

Alguns, colocam os meninos e meninas de castigo vendo televisão.

Para demonstrar a dependência eletrônica dos pequenos usuários, o instituto pediu para que as crianças escolhessem entre passar alguns minutos a mais no aparelho ou ganhar sobremesa, e quase 41% dos entrevistados afirmaram que escolheriam o eletrônico em vez do doce. O levantamento aponta uma ampliação da responsabilidade e oferta dos conteúdos reunidos, distribuídos e exibidos pelas redes de TV a cabo e satélite, serviços de streaming e criadores independentes de conteúdo.


Acesse o texto diretamente no site.

Conheça a MERJ, publicação inglesa sobre Media Education


Foto: Divulgação
Convidados cada vez mais a explorar o pensamento internacional sobre a relação entre a educação e a comunicação, os educomunicadores podem encontrar na MERJ - The Media Education Research Journal uma excelente fonte para suas pesquisas.

Editada por Richard Berger e Julian McDougall (do Centre for Excellence in Media Practice, da Bournemouth University, Inglaterra), a publicação semestral inglesa oferece um fórum para trocas de pesquisas acadêmicas sobre o tema da media education em todo o mundo.

Um dos artigos em destaque na última edição é o texto “The Success and Failure of Media Education”, de David Buckingham, da Loughborough University.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Programa “Pátria Educadora” segue lógica empresarial, afirma professor da UNICAMP

Crédito: Revista Nova Escola
Em abril de 2015, a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República lançou, à revelia do Ministério da Educação, o documento “Pátria Educadora: a qualificação do ensino básico como obra de construção nacional”. Ao analisar o documento, o professor Luiz Carlos de Freitas, da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em entrevista para a Revista Escola, afirma que a proposta segue a lógica empresarial e desmoraliza o professor.

Segundo o especialista, o documento traz orientações divergentes em relação ao Plano Nacional de Educação (PNE) e aumenta a segregação escolar. Na entrevista, Freitas detalha e critica os rumos que a política educacional brasileira estaria tomando.

Transcrevemos uma parte da entrevista publicada pela Revista Nova Escola:

terça-feira, 7 de julho de 2015

Nova pesquisa comparativa sobre educomunicação, entre Brasil e Irlanda

O pesquisador brasileiro Ricardo Castellini acaba de obter uma bolsa de doutorado junto à Escola de Comunicação da Dublin City University. Nos próximos quatro anos Ricardo var ter a oportunidade de realizar uma pesquisa sobre a EDUCOM no Brasil e fazer um estudo comparativo com a Media Education na Irlanda, com o objetivo de propor um programa de estudos sobre mídia e comunicação para as escolas irlandesas. 

Ricardo Castellini foi autor de dissertação de mestrado junto ao Institute of Education da University of London, com o título: "Bringing education and communication together in order to transform the school: the educommunication experience in Brazil and some thoughts on media and cultural studies". A dissertação buscou elucidar as diferenças entre o conceito de “Media Education”, vigente na Europa, e o paradigma presente no termo “Educommunication”, proposto pelo NCE - Núcleo de Comunicação e Educação da USP, no Brasil. Ao final, chegou à conclusão de que a Educomunicação se constitui, efetivamente, num campo diferenciado na interface comunicação/educação, traduzindo, na prática, os princípios que deram suporte aos Estudos Culturais ingleses.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Lançado, em Portugal, Metodologias Participativas: Os media e a educação

Acaba de ser lançado, em Portugal, o e-book Metodologias Participativas: Os media e a educação, coordenado por Maria José Brites, Ana Jorge & Sílvio Correia Santos (LabCom Books, 2015). O livro disponibiliza 27 artigos, num total de 311 páginas.

Entre os capítulos, temos os textos da portuguesa Paula Cordeiro (“O papel da rádio na educação para os media: A rádio como elemento de dinamização urbana e cultural”); dos venezuelanos Grecia Rodríguez & Leonardo de Albuquerque (“Soy Niño, Sou Criança”: Una experiencia para vivir la palabra, el ambiente y la ciudadanía infantil sin fronteras) e do norte-americano Henry Jenkins (“As competências necessárias na cultura dos novos media”). Este último é uma tradução do artigo “Confronting the Challenges of Participatory Culture: Media Education for the 21st Century (Massachussets: MIT Press, pp. 1-14).

O livro é recomendado como bibliografia de interesse para os estudiosos da educomunicação, por mostrar a crescente preocupação dos autores voltados para a relação entre mídia e educação. Nota-se que ganha legitimidade, no espaço internacional, o coeficiente de participação, igualmente valorizado nos processos educomunicativos.

Acesso: http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20150629-2015_10_metodologias_participativas.pdf

sábado, 27 de junho de 2015

Global MIL Week 2015 contou com representante da ABPEducom

Realizou-se, entre 22 e 28 de junho de 2015, na in Philadelphia, USA, a quarta Conferência Mundial sobre o tema da “Media and Information Literacy” (MIL). O seminário reuniu também os representantes das Cátedras Unesco de Educação Midiática, que congregam o UNAOC International University Network on Media and Information Literacy and Intercultural Dialogue (MILID), além dos membros da Global Alliance for Partnerships on Media and Information Literacy (GAPMIL)

O encontro ocorreu no espaço da Associação Norte-americana de Media Literacy, no campus Temple University. O tema central da conferência foi “Celebrating Connectivity Across Cultures”.

O Brasil foi representado por Alexandre Sayad, da ABPEducom, e Esther Hambuguer, coordenadora da cátedra Unesco de Media Education junto à USP.

Os promotores deste conjunto de eventos planejam promover a 5º Conferência Mundial no Brasil, em 2016.

Vejam os detalhes do encontro em <http://www.unesco.org/new/en/communication-and-information/media-development/media-literacy/global-alliance-for-partnerships-on-media-and-information-literacy/global-mil-week/ >

Articulação mundial com conotação educomunicativa colocou o tema do clima na agenda do G7

Muitos disseram que era um sonho impossível, mas alguns dos maiores líderes mundiais acabaram de se comprometer na Cúpula do G7 a tirar os combustíveis fósseis da economia global para sempre! Até mesmo a imprensa, normalmente incrédula, está divulgando esse acordo. A vitória dos defensores da redução do combustível fóssil começou a ser obtida na cúpula de Paris, em dezembro de 2014, momento em que os líderes das sete economias mais fortes do planeta se uniram em torno de uma mesma meta: um mundo sem combustíveis fósseis.

Na raiz desta mobilização encontramos uma organização não governamental: AVAAZ. Nos últimos dois anos, a organização promoveu mobilizações públicas em todo o mundo com esse objetivo. 

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