quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Oficina educomunicativa de desenho animado aproxima crianças brasileiras e francesas


ano da França no Brasil em 2009 rendeu uma oficina de desenho animado mediada pela educomunicadora Ana Luisa Anker, de São Paulo, em parceria com o professor José Aires de Castro Filho da Universidade Federal do Ceará (UFC) com o patrocínio do Banco do Nordeste. A história coletiva criada e produzida pelas crianças das escolas Paul Vaillant Couturier de Villejuif-França e José Ramos Torres de Melo de Fortaleza-CE.

Uma das cenas da história: duas crianças francesas se encontram com uma brasileira, em Fortaleza-CE
Ao mesmo tempo em que havia a produção envolvendo duas culturas, os universitários da UFC aprendiam a montar uma história coletiva. “Conseguimos contato com uma comunidade de Villejuiff na França e trabalhamos a troca de arte das duas culturas. Enviamos pra eles literatura de cordel e eles nos falaram sobre Fernand Leger, um pintor que influenciou muitos pintores aqui no Brasil. Promovemos encontros através de skype das duas classes de 4a série de ensino fundamental”, conta Ana Luisa.
De acordo com a educomunicadora, tudo se deu num processo coletiva que resultou numa produção que se fundamentou na troca. “Os alunos franceses fizeram os personagens de xilogravura e os alunos brasileiros trabalharam os cenários com colagens de fotos e pinceladas inspiradas em Fernand Leger,” acrescenta.
Em relação aos alunos da universidade, a animadora mostrou várias maneiras de construir uma história coletiva. Assim, os universitários se tornaram mediadores junto aos alunos das escolas na França e no Brasil. Os alunos da universidade fazem parte do Grupo de Pesquisa e Produção de Ambientes Interativos e Objetos de Aprendizagem – PROATIVA coordenado pelo professor José.
"Atualmente, o grupo conta com a participação de alunos das mais diversas áreas e tem por objetivo desenvolver objetos de aprendizagem como atividades multimídia, interativas, na forma de animações e simulações que têm a idéia de quebrar o conteúdo educacional disciplinar em pequenos trechos que podem ser reutilizados em vários ambientes de aprendizagem" conta o professor. Essas informações também podem ser visualizadas no site do Grupo:http://www.proativa.virtual.ufc.br/
Leia também ao artigo "Me perdi e me achei no Brasil: Multiculturalismo produção colaborativa de conteúdos digitais na escola" que o grupo escreveu para descrever "os procedimentos e resultados do projeto “Me perdi e me achei no Brasil”, desenvolvido com alunos de uma turma de 4º ano de uma escola de Fortaleza-Brasil e uma escola de Villejuift-França", informa o resumo do mesmo.
Menção Honrosa
Esse trabalho recebeu Menção Honrosa no Prémio Artes Digitais e Aplicativos Educacionais a Ana Luisa Anker durante o 4º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educçaão que aconteceu entre os dias 13 a 15 de novembro de 2012, em Recife-PE.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

3º Congresso Mundial de Ensino de Jornalismo acontece de 5 a 7 de julho de 2013 na Bélgica

Depois dos encontros em Cingapura (2007) e na África do Sul (2010), acontece entre 5 e 7 de julho de 2013 na Bélgica, na cidade de Mechelen, o 3º Congresso Mundial de Ensino de Jornalismo, promovido pelo Conselho Mundial de Ensino de Jornalismo (World Journalism Education Council), no qual a Intercom está representada pela sua diretora de relações internacionais.

O tema do Congresso em 2013 é "A renovação do jornalismo através do ensino", que pretende debater como o ensino pode garantir que os futuros jornalistas estejam preparados para os desafios que se apresentam com as inevitáveis mudanças já em curso e como, nessa conjuntura, as escolas de jornalismo podem assumir o papel de inovadoras em vez de seguidoras. 

Os interessados em participar do Congresso devem submeter o resumo da proposta de paper (míni mo de 500 e máximo de 800 palavras) até o dia 1º de Dezembro de 2012 por meio do endereço http://www.beaweb.org/2013/wjec-3.html.


Fonte: Intercom (http://www.portalintercom.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=3652:3o-congresso-mundial-de-ensino-de-jornalismo&catid=131:artigos-em-destaque&Itemid=124http://bit.ly/WZvy9r)

Dica de livros para download



Dica de livros para download: EDUCAÇÃO E CULTURA MIDIÁTICA - Volumes 1 e 2, organizados por Lucila Pesce e Maria Olívia de Matos Oliveira. A obra foi publicada pela EDUNEB, em formato de e-book. 
Acesse em: http://eduneb.uneb.br/download-2/

Pérez Tornero reflexiona sobre la Alfabetización mediática en tiempos de crisis

José Manuel Pérez Tornero, director del  Gabinete de Comunicación y Educación, reflexionó sobre la Alfabetización mediática en tiempos de crisis en la Media Literacy Conference de la Comisión Europea.
El investigador español presentó la conferencia Alfabetización mediática en tiempos de crisis, por invitación de la Comisión Europea
"Europa creativa: nuevas oportunidades para la alfabetización mediática y cinematográfica", fue el lema de este evento, que estuvo orientado a dialogar sobre nuevas alterativas de financiamiento y desarrollo de la Alfabetización mediática
Matteo Zachettidel Programa Medios de Comunicación y Alfabetización Mediática de laComisión Europea explica en este documento audiovisual, los principales aspectos de laConferencia.
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Fonte: http://gabinetecomunicacionyeducacion.com/noticias/perez-tornero-reflexiona-sobre-la-alfabetizacion-mediatica-en-tiempos-de-crisis

Menores y nuevas tecnologías: Posibilidades y riesgos de la TDT y las redes sociales


En esta obra se recogen reflexiones de expertos del mundo de la televisión, la publicidad, las redes sociales y el Derecho sobre la incidencia de las nuevas tecnologías en la infancia y sus derechos. 
Las nuevas tecnologías, oportunidad y riesgo para los niños, se abordan en su complejidad, sin demonizarlas pero asumiendo que llevan consigo nuevos riesgos a los que hacer frente. 
En la primera parte, la televisión digital terrestre abre un panorama nuevo de posibilidades para la infancia muy lejos de aquella televisión de cadena única o dos cadenas a lo sumo que generaciones anteriores han vivido. La TDT cambia la posición del niño como sujeto al que se dirige la programación y como sujeto consumidor. 
En la segunda parte de la obra, se entra en un aspecto concreto y muy relevante de la presencia de los niños y adolescentes en las redes sociales: la protección de la privacidad de los menores (el derecho al honor, la intimidad y la vida privada y el derecho a la protección de los datos personales).
(Reseña del editor)

terça-feira, 27 de novembro de 2012

L’Éducation aux médias en 10 questions et réponses : guide avec activités



Le SCEM (Conseil Supérieur de l’Éducation aux Médias), organisme de la Fédération Wallonie-Bruxelles a publié en 2011 le dossier L’Éducation aux médias en 10 questions (26 pages, en pdf) qui comprend des citations, une explicitation sur les 10 thèmes, la position des autorités belges ainsi que des fiches d’activités à destination des enfants et des adolescents avec sites ressources.

POURQUOI CE GUIDE ?

Ces questions sont construites autour d’un constat : l’impact des médias dans la société contemporaine et leur influence sur les jeunes et les enfants.
S’interroger, c’est poser un regard critique sur les médias, apprendre leurs langages, en connaître les tendances et leurs enjeux. Aussi, l’éducation aux médias et au numérique est une composante de l’éducation à la citoyenneté.
Ce dossier a pour objectif d’aider à mieux comprendre et mieux appréhender l’éducation aux médias et au numérique dans différents contextes.

SOMMAIRE DU GUIDE L’ÉDUCATION AUX MÉDIAS EN 10 QUESTIONS

0. Introduction : pourquoi se poser toutes ces questions ?
1. Eduquer aux médias, qu’est-ce que cela veut dire ?
Activité pédagogique : Créer un coin « médias »
2. Quels sont les objectifs de l’éducation aux médias ?
Activité pédagogique : Jouer avec le cadrage des images
3. Quels sont les médias concernés ?
Activité pédagogique : Sonoriser une séquence JT
4. L’éducation aux médias, est-ce l’affaire de tous ?
Activité pédagogique : Info ou Inthoax
5. À quel âge faut-il bénéficier de l’éducation aux médias ?
Activité pédagogique : La création d’une affiche
6. Pour quelles compétences ?
Activité pédagogique : Analyse des photos de Presse
7. L’éducation aux médias nécessite-t-elle de grands moyens ?
Activité pédagogique : Viser par la publicité ?
8. Comment s’y prendre pour éduquer aux médias ?
Activité pédagogique : Créer sa webradio
9. Quels enjeux pour l’éducation aux médias en réseaux ?
Activité pédagogique :  Analyser les forums des journaux en ligne
10. Où s’informer sur l’éducation aux médias ?
Activité pédagogique : Décrypter les médias en 6 questions

Educomunicação: uma nova escola é possível

No vídeo abaixo, o Prof. Ismar de Oliveira Soares (ECA/USP), na abertura do dia de defesas de monografias do curso Midias na Educação (SP), em 24/11/2012, fala sobre a perspectiva transformadora da educomunicação, mais preocupada com a mudança de relações comunicativas do que com tecnologias.

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Fonte: Blog Mídias na Educação

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Dancing in Jaffa - A dança unindo povos!


Você acha que a dança poderia ser capaz de unir dois povos em constantes guerras? É acreditando nesse ideal que Pierre Dulaine criou um projeto, não só de filme/documentário, mas de uma língua comum que pudesse unir meninos e meninas judeus, israelitas e palestinos, através da dança.

Abaixo, a história do projeto, a partir do que está no site: http://dancinginjaffa.com/

Dancing In Jaffa is a feature length documentary film that follows Pierre Dulaine’s journey to Jaffa to fulfill his lifelong dream of teaching dance to Jewish-Israeli and Palestinian-Israeli children, then pairing them in a competition. Pierre is an Internationally renowned ballroom dancer and dance instructor whose famous program, Dancing Classrooms, introduced ballroom dancing to the NYC public schools immortalized in the film Take The Lead, starring Antonio Banderas. He started with 30 children in the mid- 1990s and since then more than over 300,000 children have participated in his program.
Dancing in Jaffa is both the story of Pierre’s homecoming to a city challenged by change and that of his 10-year old students’ transformation from reluctant participants in a dance competition to determined performers representing their diverse and divisive community.
As the film explores how Israelis and Palestinians, living uneasily side-by-side, learn to trust and dance with one another, it also asks the question of how one preserves personal identity in a world that frequently demands assimilation. Through dance, Pierre’s program teaches the children to be proud of who you are, but to respect and embrace others.
The film follows 4 children, the way they learn to dance, adapt to their partners, handle the challenges of the competition, and begin to trust one another even as they cope with interfamilial conflicts, mixed religious backgrounds, displacement, gentrification, and their own development, provides the film’s poignancy and relevance.
Pierre Dulaine, an internationally renowned ballroom dancer, is fulfilling a life-long dream when he takes his program, DANCING CLASSROOMS, back to his city of birth, Jaffa. Over a ten-week period, Pierre teaches 10-year-old Palestinian and Israeli children to dance together and compete together. The film explores the complex stories of four different children, all of whom who are forced to confront issues of identity, segregation and racial prejudice, as they dance with their enemy. The classroom becomes a microcosm of the Middle East’s struggle to work together harmoniously while still caught in the politics of the region and race. With the guidance of Pierre, the children, who live uneasily side-by-side, learn to dance together and trust one another. Dancing In Jaffa offers an up-close-and-personal perspective of how the future might unfold if the art of movement and dance could triumph over the politics of history and geography.

Novo livro de Manuel Castells: "Redes de indignación y esperanza"

castells redes indignacion esperanza


Depois de ter sido publicado em inglês, com o título Networks of Outrage and Hope, ainda este mês (Novembro/2012) o novo livro de Manuel Castells tem sua versão em espanhol lançada pela Alianza Editorial: Redes de indignación y esperanza. Los movimientos sociales en la era de Internet.
A obra, com dedicatória ao sociólogo francês Alain Tourraine, é um estudo do sociólogo espanhol acerca das recentes mobilizações sociais na Espanha, e de outras ações como "Occupy Wall Street", nos Estados Unidos, além das revoltas no mundo árabe.
O livro é uma importante contribuição para quem quer compreender as novas formas de protesto social no mundo, mediadas  pelas redes de comunicação autônomas na Internet.
Fonte: Manuel Pinto/ Universidade do Minho

IAMCR 2013 - Media Education Research Section - Call for Papers


A seção de pesquisa sobre Media Education do IAMCR conference está com inscrições abertas para a submissão de artigos. O evento acontecerá na Universidade de Dublin, em Dublin/ Irlanda, de 25 a 29 de junho, 2013. O tema será "Crises, 'Creative Destruction' and the Global Power and Communication Orders". As propostas podem envolver tanto trabalhos individuais quanto painéis coletivos. 
Para quem não conhece, IAMCR significa The International Association for Media and Communication Research.
Veja abaixo informações oficiais do site: http://iamcr.org/s-wg/mcej/med/955-iamcr-2013-mer-cfp:


The MER - Media Education Research Section - warmly accepts paper submissions for the next IAMCR conference to be held at the Dublin City University, Dublin, Ireland, from 25 to 29 June, 2013. "Crises, 'Creative Destruction' and the Global Power and Communication Orders" is the overarching theme proposed to participants, which may be taken into account, when deciding the paper to present. The proposals may involve both individual papers and collective panels.

The Dublin Conference is an opportunity to promote the critical dimension of our research work. It will therefore be appreciated that the proposals go beyond the descriptive dimension. Comparative studies, dialogic approaches and pluralistic methodologies are welcome. At the same time, media education opens interesting possibilities for interaction with other sections, so researchers are hereby encouraged to submit proposals both for thematic tables and joint initiatives with other sections.
Different topics are suggested to the papers, such as media education in relation to:
  • representations and coverage by media
  • digital divide and inclusion projects and results
  • experiences involving innovation and creativity
  • news literacy in times of crisis
  • media and information literacy (MIL) and curriculum developments
  • media literacy, media policies and regulation
  • media literacy education as a tool and field for intercultural communication
  • approaches, experiences and results regarding educators education
  • social networks, connectivity and creativity
  • pedagogical and cultural work in the field of intercultural communication
  • European and internationa policies regarding media literacy education
  • social and economic development dimensions of media and digital literacy
The abstracts should define objectives, theoretical framework and methodological approach, as well as possible contributions for the advancement of knowledge in the field. As a length measure, each submission should have the reference of 400 words. All abstract submissions must be made via the Open Conference System (OCS) at http://iamcr-ocs.org, from 15 November 2012 to 28 January, 2013 (deadline). Early submission is strongly encouraged.

Take into account this overall IAMCR guideline: individuals may submit 1 abstract (paper) per Section or Working Group as lead author, and a maximum of 2 abstracts (papers) to a single IAMCR conference in general. Presenters are expected to bring fully developed work to the conference. Prior to the conference, it is expected that a completed paper will be submitted to Section, Working Group, Session Chairs, and/or Discussants.

We strongly recommend you share this call for papers among researchers who you think may be interested in participating in the conference and to engage in the activities of the section and IAMCR.

For further information about the conference, please contact the Local Organizing Committee (LOC) accessing the Conference website at: http://iamcr2013dublin.com

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Faculdade de Comunicação da Universidade de Sevilha/Espanha, está com inscrições abertas para o envio de artigos para a 2ª Conferência Internacional sobre Ética Jornalística




A Faculdade de Comunicação da Universidade de Sevilha, na Espanha, está com inscrições abertas para o envio de artigos a serem apresentados na 2ª Conferência Internacional sobre Ética Jornalística. O encontro será em abril de 2013 e as contribuições podem ser enviadas até 15 de março.

Mais informações:
Data: 3,4 e 5 de abril de 2013
Horário: ainda será definido
Local: Universidade de Sevilha
Endereço: C/ S. Fernando, 4, C.P. 41004-Sevilha, Espanha
Organizador: Universidade de Sevilha
Site: http://congreso.us.es/mediaethics/index.html

Apresentação oficial do evento pelo site:

La Universidad de Sevilla y el Grupo de Investigación: “Pensamiento crítico, Comunicación y Derechos Humanos” (SEJ 495 de grupos PAIDI. Consejería de Innovación y Ciencia), organizan el ‘II International Conference on Media Ethics’, que tendrá lugar los días 3, 4 y 5 de Abril en la Facultad de Comunicación. Este encuentro viene a dar continuidad al 'I Congreso Internacional de Ética de la Comunicación', primera edición celebrada en el año 2011, la cual cosechó un notorio reconocimiento por parte de la comunidad científica nacional e internacional. Nuestro propósito irrenunciable es, así pues, establecer una cita bianual destinada a ser un referente en el ámbito de los estudios de ética y deontología de la comunicación. Por ello en esta nueva edición, la organización del congreso primará de forma especial la calidad de las producciones científicas seleccionadas, las cuales serán sometidas a una doble revisión a ciegas por expertos en la disciplina, y la relevancia del panel de ponentes invitados. De igual modo, aspiramos a consolidar sesiones simultáneas de conferencias y comunicaciones en castellano e inglés con el objeto de fomentar una participación más amplia, sin perjuicio de que otras lenguas también sean admitidas para la presentación de comunicaciones.
 
Este congreso será asimismo una oportunidad para brindar a sus asistentes la posibilidad de entablar contacto con otros investigadores interesados en buscar colaboradores para la puesta en marcha de proyectos de investigación o iniciativas profesionales.
Esa es precisamente la labor de foros como el que habilita la Universidad de Sevilla a partir delII International Conference on Media Ethics: reflexionar y debatir en torno a una realidad dinámica e imprevisible en un amplio marco de análisis nutrido por los conocimientos y experiencias de expertos vinculados con el ámbito de la comunicación social, con el objetivo de general conocimiento a partir de sinergias y proyectos conjuntos.

El II International Conference on Media Ethics implica, de este modo, una excelente oportunidad para constituir un foro internacional de debate en torno a los principios que deben conducir la labor de los comunicadores en un escenario social volátil al que dotar de coherencia mediante una perspectiva ética y humanista de la realidad alejada de visiones reduccionistas copadas por intereses políticos y económicos que obstaculizan una opinión pública abierta, libre y auténticamente plural. La Universidad de Sevilla debe ser el principal artífice de un encuentro interdisciplinar de expertos y estudiantes que persiguen una forma diferente de comunicar vertebrada por esos valores éticos inherente a toda sociedad democrática.

Inspirados por esta meta, desde la organización realizamos una apuesta consciente por hacer del congreso un foro abierto y plural en el que tenga cabida todas las ideas que contribuyan a desarrollar iniciativas prácticas en el campo de la investigación y en la mejora de la comunicación en su ejercicio profesional. Para ello, se nos antoja fundamental la conjunción de asistentes de diversas procedencias y ámbitos de disciplina que fomenten un debate heterogéneo  y esencial para la generación de conocimiento en torno al estado actual de los medios de comunicación y sus implicaciones en la modelación de la opinión pública. El papel de la Universidad es aquí sustancial, en la medida en que puede propiciar un contacto directo entre los responsables de la comunicación y los investigadores concernidos por la materia, así como los futuros profesionales que se encuentran en el crucial proceso de formación. De ahí la idoneidad de que la Facultad de Comunicación hispalense albergue un encuentro en el que se ponga en valor la ética como rasgo ineludible del intercambio social de información.

Faleceu Juan Díaz Bordenave, um dos fundadores do pensamento educomunicativo


O comunicólogo e intelectual paraguaio Juan Díaz Bordenave faleceu na madrugada de 22 de novembro, na cidade do Rio de Janeiro, onde estabeleceu residência há algumas décadas. Bordenave pode ser considerado um dos predecessores do pensamento educomunicativo latino-americano.


Bordenave nasceu na cidade de Encarnación, Paraguay, tendo estudado Agronomia, na Argentina, ampliando seus estudos nos Estados Unidos, onde cursou um master em Jornalismo Agrícola, na Universidade de Wisconsin (1955). Tinha doutorado em Comunicação pela Michigan State University (1966). Trabalhou como especialista em comunicação agrícola para o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (1956-80).

Em 2002 retornou ao Paraguai, onde foi nomeado reitor da Universidad Teko Arandú. Integrou a Comissão da Verdade e Justiça que investigou os crimes da ditadura de Stroessner (1954-1989). Foi Consultor Internacional em Comunicação e Educação, sendo considerado pelo Prof. Ismar de Oliveira Soares, da USP, um dos predecessores do pensamento educomunicacional latino-americano, ao lado de Mario Kaplún e Paulo Freire.

É autor de uma dezena de livros, entre os quais se destacam: “Estrategias de enseñanza-aprendizaje”, “Comunicación y sociedad”, “Participación y sociedad”, “Planificación y comunicación”, “Qué es la comunicación rural”, “Além dos meios e mensagens”, “Educación a distancia: fundamentos y métodos”, “Educación rural en el tercer mundo” e “Communication and rural development”.

Mais informações no site <http://www.ultimahora.com/notas/579369-Fallecio-Juan-Diaz-Bordenave>

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Geração desconcentrada

As distrações constantes causadas pelo meio digital já afetam o aprendizado de adolescentes e jovens

Análise
Larry Rosen*
Uma pesquisa recente do Pew Internet & American Life Project, em que foram entrevistados 2.462 professores dos ensinos fundamental e médio nos EUA, conclui que: “A vasta maioria concorda que as atuais tecnologias estão criando uma geração que se distrai com facilidade e só consegue se concentrar por breves intervalos de tempo”. Dois terços dos professores concordam que as tecnologias contribuem mais para distrair os alunos do que para o seu desempenho escolar.
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Recentemente, minha equipe de pesquisa observou 263 alunos dos ensinos médio e superior estudando em casa por 15 minutos. O objetivo era verificar se os jovens conseguiam se manter concentrados e, em caso negativo, o que motivava a dispersão. A cada minuto, anotávamos o que eles faziam: se estavam estudando, trocando mensagens de celular, se havia um som ou uma TV ligados, se estavam diante de um PC e quais sites visitavam.
Os resultados foram surpreendentes. Verificamos que eles só conseguiam se dedicar às tarefas por períodos de três a cinco minutos, em média, antes de perder a concentração. De maneira geral, a distração era causada pela tecnologia, incluindo: (1) a presença de dispositivos, como iPods, laptops e smartphones, no local de estudo; (2) as trocas de mensagens de texto; (3) os acessos ao Facebook.
Também procuramos averiguar se a fonte de distração seria indicativo de quais eram, em geral, os melhores estudantes. Como seria de esperar, aqueles que ficavam mais tempo concentrados e que tinham estratégias de estudo bem desenvolvidas eram também os melhores alunos. Os piores eram os que consumiam diariamente mais mídia e dividiam a atenção entre diversas tarefas ao mesmo tempo.
Um resultado nos causou espanto: os alunos que entravam no Facebook uma vez durante os 15 minutos tinham notas mais baixas. Não importava a quantidade de acessos; um só era suficiente. Isso significa que as mídias sociais afetam negativamente a concentração e a atenção temporárias, e também o desempenho escolar.
O que está acontecendo com esses jovens? Fizemos essa pergunta a milhares de estudantes. Eles nos disseram que, alertados por um bipe, uma vibração, uma luz piscando, eles se sentem compelidos a responder a esse estímulo. No entanto, mesmo sem intromissões, eles disseram que são perturbados por pensamentos como: “Será que alguém comentou o post que deixei no Facebook?”. Ou: “Será que o meu amigo respondeu ao SMS que mandei há cinco minutos?”.
Três quartos dos adolescentes e jovens checam os dispositivos a cada 15 minutos ou menos, e, quando não podem fazê-lo, ficam extremamente ansiosos. E a ansiedade inibe a aprendizagem.
Convívio. Estou convencido de que aprender a conviver com distrações internas e externas tem tudo a ver com o ensino da concentração. Em psicologia, chamamos de “metacognição” a capacidade de perceber quando a situação exige concentração e quando isso é desnecessário.
Como ensinar os jovens a se concentrar num mundo que constantemente desvia a atenção deles? Uma estratégia que adotamos em salas de aula de diversos países se chama “intervalo tecnológico”. Funciona assim: os estudantes têm permissão para usar smartphones, tablets ou laptops para fazer pesquisas na internet e atividades relacionadas com o estudo por um tempo. Com frequência, aproveitam para checar e-mails e mensagens de texto e acessar redes sociais.
Depois do intervalo, o professor pede para que os alunos deixem seus aparelhos em modo silencioso e virados de ponta-cabeça sobre a carteira, à vista de todos, para que se concentrem por 15 minutos no trabalho de classe.
Sem as distrações externas de vibrações e luzes piscando, não há por que ceder às distrações internas. Ao fim dos 15 minutos de concentração, o professor decreta outro intervalo tecnológico, e assim vai. O truque é aumentar gradualmente o tempo entre os intervalos tecnológicos, para que os alunos aprendam a se manter concentrados por períodos mais longos.
Sob minha orientação, essa técnica tem sido adotada com êxito por professores em sala de aula, por pais à mesa de jantar ou em restaurantes e por executivos em reuniões. Até agora, porém, o máximo que conseguimos foram 30 minutos de concentração — graças a Steve Jobs (e outros) e a sua capacidade de inventar aparelhos tão fascinantes e dispersivos.
A tecnologia não vai desaparecer. Ao contrário, ela tende a ficar cada vez mais atraente. Com mais conexões sociais eletrônicas em nossas vidas, as distrações internas também aumentam, e os intervalos tecnológicos podem treinar o cérebro a se concentrar, aplacando a preocupação e a ansiedade com aquilo que podemos estar perdendo no nosso mundo social virtual. /Tradução de Alexandre Hubner
*É professor de psicologia da Universidade Estadual da Califórnia e autor de cinco livros, incluindo Idisorder. Este artigo foi publicado originalmente pelo jornal The Free Lance-Star.
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Leia mais:
• Link no papel – 19/11/2012

Disputa mediática y educación (Ecuador)



Por Rosa María Torres 

Presentamos aquí un breve análisis comparativo de la
 cobertura dada por los medios ecuatorianos públicos 
y privados a la visita del Relator Especial de la ONU 
sobre el Derecho a la Educación y a sus declaraciones 
al término de dicha visita (septiembre 2012).

Pobreza educación se han convertido en campos 
claves de la retórica y la lucha política. No hay candidato
 que no ofrezca "reducir la pobreza" y que, ya en el 
gobierno, se esfuerce por mostrar los avances y medirse
 en los ránkings internacionales. No hay candidato que 
no ofrezca priorizar y "mejorar la calidad de la educación"
 y que, ya en funciones, abunde en cifras de inversión, 
de construcciones, de maestros capacitados, de textos 
y computadoras distribuidas, etc. Tanto la "reducción 
de la pobreza" como la "mejoría de la educación" se 
mantienen como temas opacos para la población, objeto
 de propaganda más que de información gubernamental. 
Sobre ellos actúan los medios, públicos y privados, a 
menudo simplemente reproduciendo declaraciones 
oficiales e informes internacionales, sin cumplir una 
función educativa para la ciudadanía y sin promover 
el debate. La visibilidad pública de estos temas, y 
la interpretación de los datos, son materia de álgida 
disputa política y mediática.

El caso del Ecuador es emblemático a este respecto. 

El gobierno de la "Revolución Ciudadana" que lidera 
Rafael Correa y el movimiento Alianza PAIS desde 
enero de 2007 ha hecho de ambos temas - "reducción 
de la pobreza" y "mejoramiento de la educación" - 
bastiones de la retórica gubernamental y pilares de 
su imagen nacional e internacional.

En un ambiente social y político polarizado y muy 

caldeado, Correa mantiene una guerra de alta 
intensidad con los medios privados, a los que 
califica de "prensa corrupta" y de quienes afirma, 
reiteradamente, que "mienten". El enfrentamiento 
ha incluido medios cerrados, periodistas amenazados 
y enjuiciados, prohibición a ministros y altos 
funcionarios de dar entrevistas en dichos medios 
privados, y una campaña convocando a la 
ciudadanía a informarse solo a través de los 
medios oficiales (asumiéndose que, si son del 
gobierno, si son "públicos", "no mienten"). 
En uno de sus enlaces ciudadanos de los sábados, 
conocidos popularmente comosabatinas y 
transmitidos por televisión, por radio y por 
las redes sociales, Correa rompió un ejemplar 
del diario La Hora y pidió a la población dejar 
de comprar los diarios privados y comprar el 
diario oficial El Telégrafo (medio privado, 
incautado por el gobierno).

La visita del Relator de la ONU sobre el Derecho 

a la Educación, el indio Kishore Singh, en la 
semana del 10 al 17 de septiembre de 2012, 
por invitación del gobierno, surgió como un 
hecho puntual interesante para analizar la 
disputa mediática en un tema de alto perfil 
e interés como el educativo. ¿Qué dijo el 
Relator Singh y qué dijeron que dijo los 
medios nacionales - gubernamentales y privados? 

VI Encontro Internacional de Cinema e Educação da UFRJ acontece de 11 a 14 de dezembro





De 11 a 14 de dezembro acontece o VI Encontro Internacional de Cinema e Educação da UFRJ!!!

Segundo informações do site oficial do evento, já em sua sexta edição, o ENCONTRO INTERNACIONAL DE CINEMA E EDUCAÇÃO é organizado pelo grupo de pesquisa e extensão da UFRJ, Cinema para Aprender e Desaprender (CINEAD), pertencente ao Laboratório do Imaginário Social e Educação (LISE) e ao Laboratório de Educação, Cinema e Audiovisual (LECAV), o Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da Faculdade de Educação e, a partir deste ano, também pelo Programa de Pós-Graduação da Escola de Comunicação (PPECO)em parceria com Colégio de Aplicação da UFRJ e com a Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.


Este evento tem como público-alvo preferencial alunos e professores das diversas instâncias do ensino, bem como estudantes  e profissionais que possuam interesse no eixo cinema-educação, e visa aprofundar os diálogos entre cinema e educação, convocando especialistas na área para discutir acerca de temáticas relevantes.


Simultaneamente ao Encontro, ocorre também a Mostra da Faculdade de Educação no MAM, e a Mostra Mirim Internacional de Minutos Lumière, ambos indo para sua quinta edição, onde são apresentados filmes da categoria "Minutos Lumière", da autoria de crianças e jovens em idade escolar de todo o mundo.

Programação


11 de dezembro

• 14h
Projeção de filmes e exercícios realizados pelos escolas de cinema:
Colégio Estadual José Martins da Costa;
CIEP 175 José Lins do Rego.
Instituto Nacional de Educação de Surdos;

Mostra de curtas e exercícios dos professores
do Curso de Aperfeiçoamento.

Debatedores:
Paulo Carrano (UFF);
Ana Lucia Soutto Mayor (CAp UFRJ/CINEAD).


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12 de dezembro

• 14h
Projeção de filmes e exercícios realizados
pelas escolas de cinema:
E. M. Vereador Antônio Ignácio Coelho;
E. M. Prefeito Djalma Maranhão;
Colegio de Aplicação - UFRJ.

Mostra de curtas e exercícios dos professores
do Curso de Aperfeiçoamento.

Debatedores:
Wilson Cardoso (UFRJ);
Maria Cristina Miranda (CAp UFRJ/CINEAD).


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13 de dezembro

• 14h - Mesa sobre o Filme Babás
(www.filmesquevoam.com.br/assistir.php?id=205);
Palestrantes:
Consuelo Lins (diretora do filme Babás);
Ana Maria Monteiro (UFRJ);
Verónica Guzzo (Produtora do filme
La Educación Prohibida).

• 17h - Mostra de curtas e exercícios dos professores
do Curso de Aperfeiçoamento:
Debatedores: cineastas e professores


******************

14 de dezembro

• 14h - Mesa sobre o Filme La Educación Prohibida
(www.educacionprohibida.com);
Palestrantes: GermanGuzzo (diretor do filme);
Moira Toledo (FAAP;PPGE/UFRJ);
Luiza Lins (cineasta, curadora e diretora do
Festival de Cinema Infantil de Florianópolis).

• 17h - Mostra de curtas e exercícios dos professores
do Curso de Aperfeiçoamento.
Debatedores: cineastas e professores.

Encerramento e lançamento de livros.

Informações e inscrições: http://www.cinead.org/encontro.html

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Muito além do peso - o documentário

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Muito Além do peso - Documentário dirigido por Estela Renner, em cartaz no Brasil (novembro/2012) mostra o problema da obesidade de crianças no país. Veja vídeo feito pela Isto É com trechos do filme e entrevista com Estela Renner.

Descrição no YouTube
Entrevista com Estela Renner (Diretora) e Marcos Nisti (Produtor executivo) do documentário Muito Além do Peso.O documentário fala sobre crianças quem apresentam sintomas de doenças de adultos. Problemas de coração, respiração, depressão e diabetes tipo 2. Todos têm em sua base a obesidade. O documentário discute por que 33% das crianças brasileiras pesam mais do que deviam. As respostas envolvem o governo, os pais, as escolas e a publicidade. Com histórias reais e alarmantes, o filme promove uma discussão sobre a obesidade infantil no Brasil e no mundo.
Reportagem: Izadora Rodrigues
Edição de texto: Alexandre Luiz
Câmera: Alexandre Luiz
Edição e finalização: Alexandre Luiz
Produção Executiva: ATVnaWeb


Mais informações sobre o filme: http://www.muitoalemdopeso.com.br/

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